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Aguardando a tão sonhada Vacina!

  • Foto do escritor: Admin
    Admin
  • 23 de fev. de 2021
  • 2 min de leitura

Hoje são 23 de Fevereiro de 2021, fazendo quase um ano que estamos confinados, o mundo todo, aguardando a vacina que irá nos proteger, chegando através da Coronavac, mesmo com um índice de eficácia geral da ordem de 50,38% (Butantan).

Enfim chegando!
Vacina

Melhor do que não ter nada!


A Coronavac, segundo Ricardo Palacios, diretor médico de pesquisa clínica do Butantan, a vacina apresenta diferentes níveis de eficácia de acordo com a gravidade da doença, dentro da classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Desse modo, a Coronavac demonstrou proteger em 100% contra casos moderados e graves que necessitam de hospitalização; em 77,96% episódios leves que demandam algum tipo de atendimento ambulatorial; e em 50,38% levando em conta quadros muito leves, para os quais atendimento médico não é preciso. (Revista Galileu - 12/01/2021)

Um estudo publicado hoje na revista The Lancet mostra que a vacina de Oxford/AstraZeneca reduz em 67% a transmissão do novo coronavírus e tem 76% de eficácia entre o 22º e o 90º dia após a aplicação da primeira dose. Com isso, a imunidade não seria menor nesse intervalo entre as doses, como muitos temiam. Após a segunda dose da vacina, a eficácia é de 82,4%, mantendo-se o intervalo de três meses entre as aplicações.

Os resultados dos testes da Universidade de Oxford foram publicados em um relatório no The Lancet, mas que ainda não foi revisado por pares. Esse novo resultado é melhor do que o encontrado anteriormente, que mostrava uma eficácia de 54,9%, com a segunda dose sendo aplicada após um mês e meio. Sobre as transmissões, os testes de PCR analisados mostra que houve uma redução de 67% no número de pessoas assintomáticas que poderiam transmitir o vírus. Reduzir a transmissão é essencial para que haja qualquer chance de imunidade coletiva contra o vírus que causa a covid-19. A vacina de Oxford/AstraZeneca é uma das que está sendo aplicada no Brasil para imunizar os grupos prioritários contra a covid-19, ao lado da CoronaVac, do laboratório Sinovac. Ela teve o uso emergencial autorizado (foram 2 milhões de doses prontas importadas da Índia) em janeiro pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que já analisa um pedido de uso definitivo. Se a aprovação definitiva sair, a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que importou a tecnologia, poderá produzir a vacina no país após a chegada dos insumos. (Viva Bem em São Paulo - 02/02/21 - 15:06)


 
 
 

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